UM CONVITE À VIDA E À FELICIDADE

O FAROL nº 1.123 – De 10 a 16 de maio de 2009

“Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque meu jugo é suave e meu fardo é leve” (Mateus 11.28)

Na semana passada meus filhos receberam um convite para uma comemoração dos 15 anos da filha de um casal amigo nosso, da nossa comunidade, da IEVY mesmo. Peguei o convite, olhei e apreciei o modo como ele foi feito. Fiquei imaginando os passos anteriormente à chegada do mesmo nas mãos dos meus filhos. Em seguida minha mente voltou ao passado, lembrei-me do momento em que também estava no processo da elaboração do convite de meu casamento. Minha mente fez um flash-back, e lá estávamos, eu e Rose, elaborando a nossa lista de convidados, juntamente com as muitas preocupações, para que tudo saísse da melhor forma possível. Um dos agravantes é que eu estava aqui em Osasco e ela em Campo Mourão. Tudo precisava ser muito bem sincronizado entre nós. Havia um limite de pessoas para serem convidadas, e o problema não era exatamente quem convidar, mas, sim, quem ficaria de fora da lista. Depois houve a elaboração do texto do convite, a escolha do tipo de convite, papel, dizeres, tudo precisava ser muito significativo para nós.

Colocamos o convite do nosso casamento no boletim O FAROL, e aí ficamos preocupados com quantos iriam daqui e onde eles iriam ficar. Não havia acomodações suficientes, mas nosso desejo era que todos respondessem confirmando a presença, e que todos os nossos amigos pudessem testemunhar o nosso Sim, um para com o outro, na presença dos que amamos e de Deus. Embora houvesse a preocupação, tudo deu certo, recebemos muitas pessoas, e eles mesmos “se viraram”, hospedando-se nos hotéis da cidade.

continue lendo…

AS BEM-AVENTURANÇAS DE JESUS SÃO AS BASES DO CARÁTER DO CRISTÃO – Os Pobres de Espírito (II)

O FAROL nº 1.122 – De 03 a 09 de maio de 2009

“Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus” (Mateus 5.3)

O propósito desta Pastoral é reafirmar nossa identificação com as Bem-aventuranças de Jesus como expressão dos princípios básicos do Reino de Deus e de renovarmos o propósito de viver segundo estes princípios.

Ao olhar para o rosto da multidão que estava à sua volta, Jesus lia na expressão de cada um deles a infelicidade; e seu coração encheu-se de compaixão por saber o que procuravam: felicidade! E Jesus tinha a resposta para todo e cada coração. Para Jesus, a felicidade do homem não depende do que ele possui, nem do que faz, mas do que realmente é!

As bem-aventuranças não se tratam de opções adotadas isoladamente, mas um conjunto de qualidades que devem coexistir no caráter do salvo. As bem-aventuranças não são bases para a salvação, pois negariam o Evangelho da Graça; são qualidades do salvo que se seguem à salvação!

Nas bem-aventuranças, Jesus não dá nenhum destaque ao bem-sucedido economicamente; pelo contrário, compara a pobreza a um sentimento de total dependência de Deus: “Bem-Aventurados os pobres de espírito, pois deles é o Reino dos Céus” (v.3).

continue lendo…

AS BEM-AVENTURANÇAS SÃO BASES DO CARÁTER DO CRISTÃO – (I)

O FAROL nº 1.121 – De 26 de abril a 02 de maio de 2009

Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos céus. Bem-aventurados os que choram, pois serão consolados. Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança” (Mateus 5.3 a 5)

O propósito desta Pastoral é reafirmar nossa identificação com as Bem-aventuranças como expressão dos princípios básicos do Reino de Deus e que precisamos renovar o desejo sincero de viver segundo estes princípios.

A expressão bem-aventurança deve ser entendida como felicidade; bem-aventurado como feliz. Depois de Jesus ter anunciado que o Reino de Deus era chegado aos judeus, devem ter surgido em suas mentes estas indagações: “Quais são as leis desse Reino? Qual a sua relação com as leis de Moisés?” As leis deste Reino vão acabar com as leis de Moisés? O que fazer para entrar nesse Reino?”

Com o propósito de responder àquelas indagações e estabelecer o padrão de conduta dos cidadãos do Reino, Jesus proferiu o chamado “Sermão da Montanha ou do Monte”. Todos os países precisam ter uma Constituição ou Lei Maior que defina os limites para governantes e governados. As bem-aventuranças são a Constituição do Reino de Jesus entre os homens.

continue lendo…

A CORRIDA DA FÉ: ESQUEÇA O PASSADO DE TRISTEZAS, VIVA O PRESENTE COM INTENSIDADE, E SONHE COM O FUTURO DE ESPERANÇA!

O FAROL nº 1.120 – De 19 a 25 de abril de 2009

“Portanto, também nós, (1) uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, (2) livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, (3) e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, Autor e Consumador da nossa fé…” (Hebreus 12.1 e 2 – NVI)

O propósito desta Pastoral é reafirmar a disposição de continuarmos firmes na corrida da fé cristã, ESQUECENDO o PASSADO de tristezas e sofrimentos, VIVENDO o PRESENTE com intensidade, e SONHANDO com o futuro de esperança.

A pessoa ativista se aborrece quando fica embaraçada ou é atrapalhada em suas ações: “o serviço não rendeu”, “perdi tempo à toa”, “o tempo passou e eu não fiz nada”, ”fiquei enrolado o tempo todo”. E isso acontece no trabalho, nos estudos, em casa, na igreja etc.

Há pessoas especializadas em embaraçar os outros, ou ficar embaraçadas com nada ou quase nada. É um desafio constante para nossa autodisciplina.

Muitos há que querem encontrar-se e ter comunhão com Deus, mas ficam embaraçados com pecados não confessados, com religiosidades, tradições familiares, mundanismo, problemas dos outros, na Igreja, psicológicos, mágoas não tratadas etc. Se o pastor ou outro líder falha, cai, peca, ele desaba na fé e na vida cristã; e põe a culpa nos outros.

O diabo sabe quais são e onde estão os nossos pontos fracos e nos ataca direto nessas áreas. É bom sabermos lidar com esse problema fazendo o seguinte:

continue lendo…

PEDRAS VIVAS PARA A CONSTRUÇÃO  DA MORADA DO PAI

O FAROL nº 1.119 – De 12 a 18 de abril de 2009

I Pedro 2.1 -10 e I Reis 5.17

Não faz muito tempo terminei uma pequena reforma em minha casa. Fiz em cima da lavanderia, um pequeno espaço, que tem a função “multiuso”. Ele como “multiuso” foi projetado e destinado para algumas funções que descrevo aqui: receber os irmãos para a reunião da Célula, receber amigos para uma confraternização, é o local onde a lavanderia foi instalada, também neste espaço será construído futuramente um cantinho destinado ao “quarto de escuta”, tem uma pequena churrasqueira, uma floreira, e terá um fogão à lenha. Veja quanta coisa coube em um espaço de aproximadamente 30 metros quadrados. Procurei fazer o mais confortável e aconchegante que o meu bolso permitiu. Fiz de tijolos a vista, e piso rústico. Até existe dois tijolos que trouxe carinhosamente de Borda, isso tudo para ter um significado no meu coração. Ao olharmos para os textos acima, podemos fazer um paralelo a tudo isso.

Os dois textos fazem menção de uma construção. O texto de I Reis fala sobre a construção do templo que Salomão dedicou ao Senhor, e o texto de I Pedro nos fala sobre construção de um templo, só que no sentido espiritual. O primeiro texto aborda uma construção que trabalha com elementos puramente materiais, mas percebemos que Salomão tinha a intenção de fazer o melhor para o Senhor. A história bíblica nos relata, em 2 Samuel 7, que Davi estava vivendo um tempo de paz, e que se incomodou com o fato de morar em uma casa bem-estruturada, bonita, aconchegante, enquanto que a Arca do Senhor vivia em tendas. Davi queria muito fazer uma casa, uma habitação para que a Arca do Senhor pudesse também receber, na ótica dele, o melhor lugar de repouso. Só que Deus não permitiu que Davi fizesse este local, mas fez uma promessa a Davi dizendo que depois de sua morte, um de seus descendentes, iria então construir este local. Este episódio está registrado em 2 Samuel 7.12: “quando os teus dias se cumprirem e descansares com os teus pais, então farei levantar depois de ti o teu descendente, que procederá de ti, e estabelecerei o teu reino. Este edificará uma casa em meu nome, e eu estabelecerei para sempre o teu reino”. Esta promessa se cumpriu no reinado de Salomão, e ele pôde então edificar ao Senhor um templo.

continue lendo…

Pastoral – PERSEVERANÇA NOS PROPÓSITOS

O FAROL – Nº 1118 – De 05.04 a 11.04.09

“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.” (I Co 15:58)

Em cada inicio de ano estabelecemos alvos e projetos diante de Deus para nossa vida, família, trabalho, igreja etc. Os dias passam céleres. Já iniciamos o segundo trimestre do ano. Parece que não temos tempo para perseguir os alvos estabelecidos em 31 de dezembro passado. Assim, vejamos alguns pontos para prosseguirmos para os alvos,firmes, constantes e sem desanimar.


1) OS ALVOS DEVEM SER:

a) Específicos – precisamos saber o que queremos;
b) Mensuráveis – devem ser claros o suficiente para sabermos que os alcançaremos;
c) Atingíveis – não podemos perseguir o impossível, sob pena de ficarmos frustrados.
d) Realísticos – devem estar embasados em nossa realidade;
e) Tangíveis – devem ser perceptíveis.


2) REVEJA OS PROPÓSITOS QUE VOCE ESTABELECEU

Reveja a importância que você deu a cada um dos alvos. Se você os considerou é porque são importantes. Se forem importantes, não devem ser esquecidos.

Compromissos devem ser buscados.

Quantas vezes nos propusemos a orar por alguma causa e nos esquecemos; estudar determinado assunto, fazer exercício físico (dieta e aprender inglês, então, nem falar!).

Estabelecemos bons alvos e não os alcançamos porque não somos constantes,não perseveramos.

3) ESTABELEÇA HÁBITOS QUE DISCIPLINEM A SUA BUSCA

O texto de I Coríntios 9:25 a 27 nos lembra a disciplina do atleta. O atleta treina, treina e treina, abdica de muitas outras atividades para a busca da perfeição.
Parece que vivemos hoje tempos de superficialidade. O imediato é mais importante!

Não temos tempo para perseguir nossos alvos. Se desejamos crescer, precisamos ter disciplina.

4) MANTENHA-SE CONSTANTE EM SEUS PROPÓSITOS

José do Egito permaneceu firme nos seus sonhos.Deus, no tempo certo, o colocou como expoente na terra do Egito. Quanto tempo foi necessário até que isto se concretizasse? Abraão – Quanto tempo demorou para que Isaque nascesse e a promessa de uma grande descendência acontecesse?

Daniel – Quanto tempo passou servindo ao rei ate que o extraordinário acontecesse?

Querida Igreja, é tempo de perseverar.

Continuemos firmes. No Senhor, nosso trabalho, nosso esforço não é vão. No tempo de Deus, Ele vai responder a sua oração, virá o socorro, o filho voltará, o pai se converterá, o trabalho virá, a casa própria, o dom espiritual, o batismo com o Espírito Santo, o seu ministério se
desenvolverá. Tudo será acrescentado.

Seja constante nos propósitos estabelecidos.

Siga em frente. Deus o abençoará.


Pr. Reinaldo Kahakura

NOTA: Mensagem pregada na IEVY no domingo, 29/03/2009.