PASTORAL: ALGUÉM PARA NUNCA SER ESQUECIDO
PASTORAL: ALGUÉM PARA NUNCA SER ESQUECIDO
O FAROL Nº 1206 – De 12 a 18 de dezembro de 2010
“Lembre-se do seu Criador nos dias da sua juventude, antes que venham os dias difíceis e antes que se aproximem os anos em que você dirá: Não tenho satisfação neles” (NVI- Eclesiastes 12.1)
Nesta semana, após uma pequena pancada de chuva, o sol saiu muito bonito. E, com ele, eu também saí de casa, fui até o meu quintal para colocar a roupa no varal, pois não iria chover mais. Ao sair pude sentir o cheiro da terra molhada, um cheiro que me transportou para muitos anos atrás, ou seja, no tempo em que eu morava em Minas Gerais, e que, após uma chuva, eu e a molecada toda saíamos na rua para brincar na grama molhada e nas ruas de terra. Estava um aroma gostoso, aroma de infância, aroma de saudades, aroma de um tempo que se foi e que não volta mais.
Outro relato que gostaria de compartilhar com você foi um fato vivido por mim, pelo Pr. Clovis e Pb. Elias. Certa vez numa viagem para Itaí passamos por Pratânia, uma cidade próxima de Itaí. Em Pratânia, eu e o Pr. Clovis vimos um muro em construção, mas era um tipo de construção que há muito tempo não víamos, ou seja, um muro de taipa ou de pau-a-pique. Fomos ver mais de perto, e, quando chegamos bem pertinho do muro, lá estavam o barro, os bambus e a terra bem socada. Ao colocar a mão no muro, minha mente me transportou novamente para um passado nostálgico, e lá estava eu na casa de um amigo de infância, o Paulo, que morava em uma casa assim. Esta casa ainda está no mesmo local, fazendo parte de uma chácara. E, por ser algo típico de uma época passada, o atual dono não a desmanchou.
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