“Jesus declarou: Creia em mim, mulher: está próxima a hora em que vocês não adorarão o Pai nem neste monte, nem em Jerusalém” (João 4.21).
Na semana passada, quando eu conversava com uma amiga, ela pediu para que eu e a Rose, minha esposa, orássemos pela família dela, que estava passando por dificuldades. Terminamos nossa conversa ela dizendo que precisava vir mais vezes à igreja para poder encontrar-se mais com Deus. Ela disse a seguinte frase: “A sua oração é mais eficaz, pois você é uma pessoa que está sempre na igreja, e por isso se encontra com mais frequência com Deus”.
Fiquei pensando nessa expressão dela, e Deus me levou a considerar exemplos de encontros que Ele teve com pessoas em alguns lugares, e eu diria que alguns desses encontros foram bem peculiares. Nesta minha reflexão, lembrei-me de exemplos de pessoas que tiveram um encontro com o Pai dentro do templo. Podemos contextualizar, dizendo que aconteceram dentro da igreja.
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”Deleite-se no Senhor e ele atenderá os desejos do seu coração” (Salmo 37.4)
José foi um dos principais personagens da história do povo de Israel. Era filho da velhice de Jacó, que, após a luta do Vale do Jaboque, passou a ser chamado de Israel.
Na adolescência, José teve sonhos (e sonhos de Deus!) que marcaram sua trajetória, suas decisões, seu modo de encarar a vida e seu relacionamento com Deus.
Aqui uma distinção entre os sonhos proféticos, como os de José, e os projetos estabelecidos pelo homem sob inspiração dos princípios bíblicos para abençoar, proclamar o evangelho e glorificar o nome de Deus. Mas tanto em um quanto no outro há que se perseverar e crer na atuação de Deus e nas promessas de sua Palavra, como diz o Salmo 37.4. Podemos então aprender:
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“Lembre-se do seu Criador nos dias da sua juventude, antes que venham os dias difíceis e antes que se aproximem os anos em que você dirá: Não tenho satisfação neles” (NVI- Eclesiastes 12.1)
Nesta semana, após uma pequena pancada de chuva, o sol saiu muito bonito. E, com ele, eu também saí de casa, fui até o meu quintal para colocar a roupa no varal, pois não iria chover mais. Ao sair pude sentir o cheiro da terra molhada, um cheiro que me transportou para muitos anos atrás, ou seja, no tempo em que eu morava em Minas Gerais, e que, após uma chuva, eu e a molecada toda saíamos na rua para brincar na grama molhada e nas ruas de terra. Estava um aroma gostoso, aroma de infância, aroma de saudades, aroma de um tempo que se foi e que não volta mais.
Outro relato que gostaria de compartilhar com você foi um fato vivido por mim, pelo Pr. Clovis e Pb. Elias. Certa vez numa viagem para Itaí passamos por Pratânia, uma cidade próxima de Itaí. Em Pratânia, eu e o Pr. Clovis vimos um muro em construção, mas era um tipo de construção que há muito tempo não víamos, ou seja, um muro de taipa ou de pau-a-pique. Fomos ver mais de perto, e, quando chegamos bem pertinho do muro, lá estavam o barro, os bambus e a terra bem socada. Ao colocar a mão no muro, minha mente me transportou novamente para um passado nostálgico, e lá estava eu na casa de um amigo de infância, o Paulo, que morava em uma casa assim. Esta casa ainda está no mesmo local, fazendo parte de uma chácara. E, por ser algo típico de uma época passada, o atual dono não a desmanchou.
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“Vendo isso, Arão edificou um altar diante do bezerro e anunciou: Amanhã haverá uma
festa dedicada ao SENHOR” (Êxodo 32.5)
“Depois queime o cordeiro inteiro sobre o altar; é holocausto dedicado ao SENHOR;
é oferta de aroma agradável dedicada ao SENHOR preparada no fogo” (Êxodo 29.15 a 18)
O propósito desta Pastoral é reafirmar que a vida do salvo em Jesus é para ser como o Holocausto diariamente – inteiramente dedicado ao Senhor – porque, do contrário, corre-se o risco de estar construindo “bezerros de ouro” de vaidades pessoais, de comodismo, de materialidade ou de religiosidade.
Jerusalém é o lugar mais religioso da terra, pois ali convivem judeus, muçulmanos e cristãos entre outras religiões, de forma intensa e radical. Jerusalém deveria ser um lugar de plena Paz – como o nome o diz – mas na verdade existem mais ódio e segregação. O espírito que ali opera não é o Espírito de Deus, mas o espírito da religiosidade misturado com animosidade, o que não agrada a Deus.
Foi em Antioquia que nossos irmãos foram chamados pela primeira vez de cristãos, porque seguiam os ensinamentos de Cristo Jesus de Nazaré. O cristianismo tomou a forma de religião com sua oficialização como “religião oficial” do Império Romano, decretada pelo Imperador Teodósio no Ano 380. O Estado deixou de ser laico ou leigo: o Imperador era o “Chefe” da Igreja ou da religião.
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“Sempre agradecemos a Deus, o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, quando oramos por vocês, pois temos ouvido falar da fé que vocês têm em Cristo Jesus e do amor que têm por todos os santos, por causa da esperança que lhes está reservada nos céus, a respeito da qual vocês ouviram por meio da palavra da verdade, o evangelho que chegou até vocês” (Colossenses 1.3 a 6)
O que é DAR GRAÇAS? É reconhecer que temos alguma coisa que recebemos de alguém sem termos feito nada por merecer. Dizemos “muito obrigado”, ou dizemos “Deus abençoe”
E para Deus? Como podemos agradecer o que Ele nos dá sem termos feito nada por merecer?
Há alguma coisa que recebemos Dele de graça? A vida, o ar, os alimentos, a alegria, a paz, a salvação, os filhos, a saúde, a inteligência etc.
Vamos meditar em três bênçãos especiais que recebemos de Deus:
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